Qual o papel do psicopedagogo na Inclusão um escolar?
Para falar do papel do psicopedagogo e da Inclusão, gostaria primeiramente de fazer uma breve reflexão sobre a questão da deficiência.O problema da aceitação e da adaptação das crianças deficientes à sociedade ocorre em todos tempos e em todos os lugares. As atitudes de integração e segregação sofrem influências dos arquétipos coletivos, que transmitem mensagens de segregação, incapacidade e anormalidade.Atualmente acredita-se no potencial, há um movimento de integração/ inclusão, mas como vivemos um momento de transição, ao mesmo tempo em que se a aposta na integração, as práticas muitas vezes, continuam tendo uma natureza segregacionista.Tentou-se no Brasil, para minimizar a segregação, usar diferentes rótulos como: excepcionais, deficientes, portadores de deficiência, portadores de necessidades especiais e, com a Política Nacional de Educação especial (1993), passaram a ser chamados de "portadores de necessidades educativas especiais". Porém o problema está centrado no viés político-ideológico e social, pôr continuar ainda marcado por concepções e práticas do passado que enfatizam a incapacidade e a normalidade.Entre essas duas idéias encontra-se o Educador, pôr um lado tem de andor a Segregar e pôr outro lado a Integrar.Com a educação de portadores de necessidades especiais, tenho vivenciado algumas situações que levam a pensar: como vem ocorrendo o processo de integração? De inclusão? Onde está a congruência entre o falar de Integração/Inclusão e realmente promovê-la? E afinal, o que é Integrar? Incluir?Inclusão: se considerarmos o conceito de classificação segundo Jean Piaget o "conjunto das pessoas portadoras de deficiência está incluso no conjunto de pessoas", porém na prática há diferentes posturas oriundas de influências sócio-política-cultural e psicológicas, contrárias a este fato natural e espontâneo.Integrar: no sentido etimológico, do latim integrare, significa formar, coordenar ou combinar num todo unificado (unido)Integração: significou ato o processo de integrar.Ao proporcionarmos esse processo é importante favorecermos a integridade do indivíduo, considerada no sentido etimológico, do latim integritat, o que significa personalidade sem fragmentação.Esse cuidado deve ocorrer desde os primeiros anos de vida, quando o bebê e a criança interagem com o meio, considerando-se sua maneira própria, diferente, de entrar em contato com o mundo, respeitando-se suas possibilidades e limites. Caso contrário tenderá a uma fragmentação ou desintegração da personalidade.
( Este pequeno texto retratar sobre a "Inclusão" uma palavra muita usada principalmente na Educação, é muito bonito ter um documento escrito sobre todos os direitos de um cidadão portador de deficência, mais legal ainda é saber que muitas vezes esses direitos não são alcansados, uma exemplo disso são os cadeirantes quando precisam de pegar um ônibus, o outro exemplo é uma realidade nossa, cursamos o curso de magistério, pelo Proinfantil, e em nosso grupo de cursandas de nossa cidade há uma colega com deficiência auditiva. Bom o assunto é, percebemos todos os dias a dificuldades e o grande esforço que essa colega tem para concluir seus estudos, mas não deixamos de viver a angustia dela, em muitas vezes ela ler o material e não entender sobre assunto, onde a deixa muito frustada, o problema é o seguinte: na maioria das vezes os cursos não oferecem materiais adquados para essas pessoas. Então nos perguntamos: o que é Inclusão? Não sabemos pois é um assunto que é tão falado mas mal praticado, uma grande vergonha para nosso país tão bonito, Pior ainda é saber que dentro das escolas ainda tem muitas valhas nesse assunto. Espero que com esse desabafo muitas pessoas como governantes até mesmo os responsáveis que elaboraram esse material possam falar o que possa ser feito da forma que fora dito.
Cursista: Dieny Silva







